Como Michael Jackson se tornou uma marca
jun 26
Existem inúmeros livros a respeito de como construir sua marca pessoal através de marketing pessoal.
Michael Jackson é o único que não pode, de forma realística, servir como base para ninguém neste assunto e mesmo assim, ainda há lições a serem aprendidas com ele.
Aqui estão os 10 principais fatores que mostram como sua marca foi esculpida.
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Comece cedo:
Michael começou entretendo as pessoas quando ainda tinha 4 anos. A sua carreira, extremamente jovem como vocalista dos Jackson’s Five, começou com estilo Motown quando tinha 10 anos. O reconhecimento nacional veio assim que ele apareceu no programa Ed Sullivan Show.
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Deixe ir:
Michael Jackson entrou para a carreira solo em 1972 com a idade de 13 anos. Assim como Diana Ross e os Supremes, chegou um ponto em que o grupo estava mais amarrando do que ajudando no desenvolvimento do seu talento.
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Não perca a Oportunidade:
Jackson podia entreter as pessoas em várias áreas diferentes. Seu talento para dança poderia ser trazer (e trouxe) uma nova era dos vídeo clips. Juntamente com a MTV, Michael Jackson teve um crescimento espetacular no lançamento do vídeo “Thriller” em 1981 do álbum com o mesmo nome. O álbum vendeu mais de 100 milhões de cópias.
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Peça ajuda:
Jackson se beneficiou do seu longo relacionamento profissional com o produtor e escritor Quincy Jones. Além disso, com certa frequência, ele reconhecia a inspiração recebida de pessoas como James Brown, Diana Ross entre outros.
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Apareça:
Todos ícones, marcas famosas, tem sua marca registrada. Michael Jackson compreendeu isso e criou marcas junto aos fãs. O moonwalk (que nunca tentou?) que todos poderiam tentar imitar, a luva, o uniforme, a Terra do Nunca (Neverland).
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Seja global:
As musicas de Michael Jackson podiam facilmente transpor barreiras nacionais assim como de idade e sexo. “Nós somos o Mundo”, escrito por Michael Jackson e Lionel Ritchie em 1981, fortificaram o seu apelo global. Michael Jackson vendeu metade dos seus 750 milhões de títulos fora dos Estados Unidos.
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Coroe-se a si mesmo:
Elvis já era “O rei”, então, Michael Jackson resolveu batizar-se de “O Rei do Pop”. A contribuição como profissional – incluindo 13 grammies – foi tão substancial que o nome realmente pegou (não vá fazer isso no seu bairro ok?). Apesar dos inúmeros escândalos, processos e loucuras de Michael, a marca que ele criou em torno de si mesmo nunca foi consumida.
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Seja vulnerável:
Nós não podemos nos relacionar com ícones, marcas que sejam perfeitos. Michael Jackson era esquisito, misterioso e excêntrico. Com toda a sua riqueza e excelência profissional, ele era – talvez de forma compreensível – falho, desviado e triste, mas ninguém diria mau, cruel.
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Retribua:
Apesar de ter-se privado de uma infância normal, Michael Jackson era surpreendentemente generoso com crianças em situação desfavorável. Mais 39 casas de caridade foram beneficiadas com o seu suporte entre outras inúmeras doações.
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Morra Jovem:
O concerto com todos os ingressos vendidos aos seus 50 anos nunca vai acontecer. A probabilidade de um Michael Jackson aparecer vai ser debatida para sempre. Elvis Presley, Marilyn Monroe, James Dean e agora, Michael Jackson, todos deixaram pensamentos em nossa imaginação a respeito de como teria sido se eles estivessem aqui.
Quando um ícone é tirado de nós de forma prematura, inesperada, ele aparece ainda maior em nossa memória coletiva.
O texto é uma tradução do texto de John Quelch para Harvard Business. John Quelch é um dos gurus do Marketing Global e professor na Havard Business School
Nota do ADMIT:
Apesar de não concordar alguns pontos, acredito que o todo, bem analisado pode trazer ótimos benefícios para quem está construindo uma marca pessoal.
Além disso, há de se respeitar John Quelch e porque não, Michael Jackson.





