Mídias Sociais: Fácil, rápido e barato?

set 17

Este artigo é baseado na matéria do David Armano para a Harvard Business.

O grande atrativo das mídias sociais é que elas são fáceis de organizar, tem custo zero e crescem de forma exponencial. Porém, hoje, muitas empresas estão descobrindo exatamente o oposto.

Se você pensa em utilizar mídias sociais lembre-se de que requer tempo e esforço.  Investir no crescimento do seu ecosistema social e alimentá-lo regularmente  com novas idéias, insights e conteúdo. Seja um Wiki interno, uma conta no Twitter ou um blog, todas as iniciativas em Mídias Sociais necessitam de gerência e acompanhamento cuidadoso para capturar e gerar valor.

Medir o ROI em Mídias Sociais é um desafio interessante, existem algumas poucas empresas especializadas que prestam um bom serviço na área. A outra grande maioria joga na mega-sena, faz “um viralzinho”, “cria uma comunidade” aqui e ali e espera que pegue. Não se engane, utilizar Mídias Sociais é um desafio.

Mídias sociais que não são bem planejadas correm o risco de não ter adoção e a participação desejada tornando-se qualquer coisa, menos social.

E você, o que acha? Vale a pena investir em Mídias Sociais?

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4 Maneiras de manter um funcionário feliz

set 14

Este artigo é baseado no texto de Anthony Tjan para a Harvard Business.

Não é segredo para ninguém que funcionários felizes são mais produtivos e, se eles são mais produtivos, as chances do seu negócio prosperar aumentam em nível exponencial.
Muitos já pensam em salário, tirar de um lugar para colocar em outro, manobras insanas na folha de pagamento para que isto aconteça. No entanto, manter as pessoas felizes no trabalho é mais fácil do que parece, especialmente quando a recompensa está relacionada com algo pessoal, exclusivo para ela ao invés de dinheiro e ações da empresa.

Aqui estão quatro maneiras de deixá-los bem no trabalho:

1. Crie objetivos significativos

Não seja rigoroso demais com a função do trabalho. Ajude seus funcionários a encontrar o que eles realmente gostam de fazer e criar papéis que os permitam contribuir para o todo da empresa.

2. Dê feedback

Diga as pessoas regularmente como elas estão se saindo. Evite aquele tipo de feedback padrão ao ser honesto e atencioso.

3. Ofereça desenvolvimento profissional

Pergunte para seus funcionários onde eles gostariam de estar em cinco anos (pergunta clássica de entrevista por sinal) e faça o seu melhor para ajudá-los a chegar lá.

4. Diga “obrigado”

Reconheça o trabalho que seus funcionário agradecendo sempre as contribuições que eles fornecem para a empresa.

Concordo com a abordagem proposta pelo Tony Tjan mas, infelizmente, no Brasil ainda temos patamares de salários muito desequilibrados em algumas regiões. Vale lembrar que não adianta muito utilizar estas dicas se o salário não for digno. É possível trabalhar por um salário inferior ao mercado no início desde que isso seja combinado e esteja dentro das expectativas da empresa e do funcionário, caso contrário, o funcionário não conseguirá se manter motivado por muito tempo.

Alguns de vocês podem até estar rindo pensando  “Ah sim, meu gerente me falando obrigado rs… ” mas, tenhamos em mente que esta é uma abordagem para pessoas inteligentes e que sabem valorizar a pessoa muito além do simples funcionário. Se esta situação não ocorre com você hoje, guarde para que quando você estiver em posição superior não cometa os mesmos erros que vê hoje em seus superiores.

Se você tem mais alguma dica, não deixe de escrever nos comentários.

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O fiasco Sarah Lacy e o orgulho brasileiro

set 04

Sarah Lacy, redatora do blog de Tecnologia TechCrunch proporcionou aos brasileiros um gigantesco fiasco.

Veja bem, a jornalista queridinha do Vale do Silício está escrevendo um novo livro sobre mercados emergentes na área de Tecnologia e, claro, o Brasil fazia parte do seu roteiro. Segundo ela, estava vindo com alegria para o nosso país.

Após 4 meses de preparação, ela veio até o Brasil e não conseguiu entrar. Sarah ficou indignada, injuriada, e escreveu em um dos maiores blogs de Tecnologia do mundo toda a sua revolta com o Brasil, chegou a citar sequestros, violência (que ela não viu) e criticou duramente a política do país incentivando todos as ficarem revoltados contra o nosso próprio governo.

Algumas frases dela:

“DEIXEM AS PESSOAS ENTRAREM NO MALDITO PAÍS” – Escrito em maiúsculo mesmo, ela sabe muito bem o que isto significa.

“Ouvi muitos relatos de sequestros e violência” – Moral da história? Nos EUA você não ouve falar de relatos de sequestro e violência.

“Culpe o seu governo” – Isso, o governo brasileiro é culpado de muitas coisas mas não de não deixar um americano SEM visto entrar no país.

“O país deveria estar envergonhado e as empresas furiosas” – Estamos, mas com você!

“Viajar em mercados emergentes nunca é fácil” – Isso, é porque nos EUA não existem problemas com empresas aéreas certo?

O problema é o seguinte, ela não tinha um visto para entrar no Brasil e achou um absurdo, ela, uma AMERICANA, não conseguir colocar os pés aqui no Brasil por contas de burocracias (conhece essa palavra?) em seu visto.

Não preciso relatar aqui que, na maioria das vezes, existe um alto grau de dificuldade para ir para os EUA. O Brasil só passou a exigir visto dos americanos depois que eles fizeram o mesmo com os brasileiros, deveria ser diferente?

Recentemente os EUA perderam várias mentes brilhantes devido a uma mudança na política de vistos de lá, isto afetou inclusivo funcionários do Google. Agora, como alguém de lá teria alguma moral para falar do nosso país?

O Brasil, é fato, é um país que possui grandes defeitos, no entanto, eu não troco o meu país por nenhum outro e além disso, temos preciosidades que não se encontra em nenhum outro lugar do mundo. O Brasil é amplamente conhecido pela sua receptividade e por ser acolhedor.

Até que o TechCrunch se retrate a respeito, o ADMIT não publicará nenhuma notícia de lá.  Muitos alegam que o TechCrunch não tem culpa, eu descordo completamente. A Sarah Lacy só conseguiu esta visibilidade toda devido ao TechCrunch e sugiro aos brasileiros que não entrem lá e muito menos publiquem material vindo daquela joça.

Sarah Lacy… o fiasco é você.

Eu tenho orgulho de ser brasileiro, pra caramba.

Você pode ler a matéria, em inglês, escrita pela Sarah Lacy na íntegra aqui e o Terra também publicou a notícia de uma forma interessante.

LET PEOPLE ENTER THE DAMN COUNTSRY
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Análise: Os 10 sites mais acessados do Brasil

set 04

Hitwise, empresa que fornece informações, mede e avalia o comportamento do usuário online, lança seu serviço no Brasil.
Inicialmente acompanhando mais de 60.000 sites únicos em mais de 160 categorias da indústria que são medidos através da atividade online de 90.000 usuários.
“No Brasil, A competição pelo consumidor da Internet cresce na mesma medida em que a utilização online aumenta” disse Julliano Marcilio presidente da Serasa Experian, grupo responsável pela Hitwise no Brasil.
O lançamento do serviço no Brasil, contando com a maior base de dados da Hitwis, é de fundamental importância para os profissionais de marketing que terão uma forma mais apurada para medir o comportamento do consumidor online, desenvolvimento de conteúdo, analisar estratégias e, com certeza, os concorrentes.

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As 10 primeiras posição são dominadas por Google, Microsoft, Globo.com e UOL sendo que o Google centraliza mais de 34% dos acessos brasileiros com a utilização dos seus serviços e pasme, o Gmail, nem apareceu na lista mostrando que a Microsoft ainda possui o dominío do webmail no Brasil com o Windows Live Mail (Hotmail).

Nos serviços do busca, Yahoo! e Microsoft Bing não dão as caras e o Google reina soberano, dando liberade para que as duas juntas adotem ações mais agressivas no Brasil que, acredite, é um mercado importante.

Com uma posição de dar inveja, o Orkut é a única rede social que figura entre os 10 primeiros colocados . Agora, imagine as possibilidades de divulgar seu produto em um serviço que pode ser altamente segmentado e tem a segunda maior audiência online do Brasil? Interessante não? Ou talvez também você não queira associar sua marca ao Orkut, aí a história é outra.

Achei interessante a posição do UOL, em nono lugar batendo o Terra em número de acessos mesmo com a recente reformulação de sua estratégia de Marketing e pouco atrás da Globo.com mesmo com o conteúdo online atrelado a programação na TV, o que hoje, é um dos maiores atrativos do portal.

O fato do Globo Esporte possuir mais acessos que o domínio Globo.com, mostra como é forte o interesse brasileiro pelo esporte e podemos até arriscar que isto mostra como o programa na TV, líder no segmento, afeta a audiência online. Antes da pesquisa, alguém aí se arriscaria a dizer que o Globo Esporte possuiria mais acessos que o UOL e MSN Brasil?
A vinda da Hitwise para o Brasil é muito bem-vinda e irá nos ajudar a compreender melhor este maravilhoso mercado online.

E que comece a guerra pelo topo…

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O Meme é lançado em Inglês e sobrevive ao Twitter

set 02

O Meme é uma rede social do Yahoo! nos mesmos moldes do Twitter, mas turbinado.
Além de textos, é possível enviar, na própria linha do tempo, vídeo, imagem e áudio. Em texto, é possível enviar até 2.000 caracteres, bem diferente dos 144 do Twitter.
p_meme_texto_v_f_aO Meme na verdade é mais uma mistura de Tumblr (blog simplificado) e Twitter do que simplesmente um concorrente do Twitter, sendo que, uma das características marcantes da página é o design.
No entanto, sabemos que cada rede social se adéqua de formas diferentes mesmo tendo recursos similares.
No Meme, o que fica bem evidente é que ele se tornou uma plataforma com foco em conteúdo multimídia, principalmente imagens. O respost, equivalente ao Retweet do Twitter tem muito mais sucesso se o seu conteúdo for uma imagem a um texto. É raro ver frases sendo repostadas por um grande número de pessoas.
Há ainda, aqueles que preferem o Meme ao Twitter, fiz uma pesquisa breve no Meme e no primeiro dia já tinha entrado para os posts mais populares finalizando com 89 repostagens.
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E não foram simples repostagens, foi possível encontrar frases interessantes que revelam o motivo da preferência pelo Meme.

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Um dos motivos para o atual sucesso do Meme é que muitos acreditavam que ele seria exclusivamente brasileiro, bom, isto não vai acontecer.
Essa semana, sem nenhum muito barulho, o Meme foi lançado em Inglês, a exemplo do que aconteceu recentemente quando foi lançado em Espanhol.  Resta saber qual será o impacto da abertura do Meme para o resto do mundo.meme_test1Eu fui um dos que proclamaram o fracasso do Meme logo na semana do seu lançamento. Felizmente, eu estava errado e o Meme parece crescer mesmo em meio as adversidades. Não é possível comparar com o Twitter e nem acho que esta seja a idéia do Yahoo! também. meme_test2Uma das maiores reclamações dos usuários do Meme é que não é possível efetuar buscas das mensagens. Com o acordo entre Yahoo! e Microsoft, o Meme logo deve receber uma máquina de buscas baseada no Bing.
Imaginem só a API de busca do Bing em Ajax funcionando no Meme? Confira o vídeo abaixo:

Imagem de Amostra do You Tube

O Yahoo! vem de uma experiência negativa com redes sociais. O SpotM, serviço lançado pelo Yahoo! Índia em 2008 fechou suas portas antes de completar um ano. Acredito que o formato da rede, que tinha como spotmgrande foco a possibilidade de manter seus contatos anônimos não foi muito apelativo, já que o target eram jovens e adolescentes.

Apesar da quantidade inacreditável de mídias sociais que temos hoje, o Meme tem potencial e mercado para crescer. Acredito que o Meme conseguirá obter sucesso e com o know-how vindo da Microsoft, muito pode mudar.  O Meme ainda não possui um cliente oficial e sua API para desenvolvimento de aplicações também não foi disponibilizada ao público. Quando isto acontecer, devem pipocar clientes Meme, integração com outros serviços e blogs por todos os lados.

O Meme ainda está em fase Alfa, o que significa que ele está em fase de testes iniciais e muitas melhorias ainda estão por vir.

E você acredita que ainda há lugar ao sol para uma ferramenta com o Meme?

Obs: Se você tem Meme, pode me adicionar clicando aqui. Por enquanto só é possível entrar no Meme através de convites, se você ainda não tem, envie um email para estevao@admit.com.br.

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Marketing e Tecnologia: Eterno Dilema

set 01

Como a maneira como as pessoas lidam com tecnologia interferem no marketing.

Com o advento da internet, o marketing nunca mais foi o mesmo, pois a tecnologia passou a ter importância fundamental . Mas… por que existem tantos problemas de comunicação e projetos? Uma das respostas está na maneira como as pessoas adotam novas tecnologias.

O conceito de ciclo de adoção de tecnologia (http://en.wikipedia.org/wiki/Technology_Adoption_LifeCycle) mostra que existem 5 perfis de pessoas:

  • Innovators (Inovadores) - Pessoas que estão à frente das novas tecnologias. O amigo que sabe que o Google vai lançar o Google Chrome antes mesmo de estar disponível.
  • Early-Adopters - Usuários que adotam com facilidade e rapidez novas tecnologias. Aquele amigo que comprou o IPhone logo que lançou, ou seja, estão dispostos a pagar mais para obter a tecnologia.
  • Early-majority – Mais conservadores, porém sabem da importância da tecnologia, mas precisam da influência dos early-adopters ou perceber que a tecnologia já está se consolidando adotá-la. Como o chefe que decidiu investir em links patrocinados.
  • Later-Majority – Mais velhos, e geralmente não gostam de tecnologia (talvez até tenham certo medo). Só adotam quando há certa insistência por parte de amigos e familiares. Exemplo: Pessoas de terceira idade que começam a usar o celular.
  • Laggards (retardatários) – Muito conservadores e com menos instrução. Adotam quando não conseguem mais ter acesso às tecnologias conhecidas. Exemplo: As pessoas que adotam o CD porque não encontram mais o disco em vinil.

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Fonte: Wikipedia (http://en.wikipedia.org/wiki/Crossing_the_Chasm)

Geoffrey Moore, em seu livro “Crossing the Chasm“, traz uma visão muito interessante deste conceito aplicado ao marketing, mostrando maneiras de como o marketing deveria utilizar o ciclo de adoção de tecnologia como ferramenta de planejamento estratégico. E mostra que existe um abismo (chasm) entre os inovadores/early-adopters e a grande maioria dos usuários.
Ele cita o exemplo de serviços online que na fase inicial demanda pouco suporte online, pois a maioria dos primeiros usuários pertencem ao grupo dos inovadores e early-adopters. Com o passar do tempo, na medida que usuários de outros perfis acessam o site, por não terem as mesmas facilidades do primeiro grupo, começam a demandar o uso do suporte online (muitas vezes falho) e reclamam que o site “não é fácil de usar”.
É interessante notar que desde que a web se tornou comercial, é frequente ver erros de planejamento com sites que são lançados sem uma prévia análise do perfil do usuário de irá acessar o site. Sites que pedem plugins para visualizar vídeos, sem uma orientação online que facilite o usuário que não seja inovador ou early-adopter entender como usar o site.

Na minha visão, existe uma solução: APRENDER!

O profissional de marketing deve ter consciência em qual perfil ele se encaixa, pois assim ele terá condições de avaliar que pessoas deve ter na equipe para que o planejamento de marketing  tenha uma visão completa do ponto de vista de perfil tecnológico.
Como a maioria das pessoas pertencem aos grupos early-majority e later-majority, é natural que pessoas em cargos de decisão também pertençam a estes grupos. Portanto, para planejar ações de marketing tendo em vista as novas tecnologias como links patrocinados, redes sociais (twitter, Facebook, Orkut, Youtube, etc.), SEO/SEM é necessário APRENDER ou ter pessoas do grupo inovadores/early-adopters

Caso contrário, corre-se o risco de ter um planejamento de marketing baseado em conceitos tradicionais (ou antigos). Vale uma boa reflexão!

Autor: Marcio Okabe
Konfide – Marketing no Google, Adwords/SEO e Joomla!
Data: 18/março/2009

marcio-okabe Engenheiro Eletrônico formado pela Unicamp e Pós-graduado em Administração pela FGV. Sócio da      Konfide Comunicação Digital e da Elementa – Agência Digital especializada em joomla!. Entusiasta do  conceito Open Source, é um dos organizadores e palestrante do Joomla!Day Brasil 2007 e 2009. Já treinou mais de 400 pessoas no curso de Marketing no Google desde 2007.


Se você, assim como o Marcio Okabe, deseja contribuir para o Admit com algum material particular ou de sua empresa, envie um email para estevao@admit.com.br.

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Se o Facebook fosse um país, seria maior que o Brasil

ago 28

No mês de julho, o Facebook ultrapassou os 250 milhões de usuários. Apesar de no Brasil o Facebook ainda não ser adotado de forma massiva, ele vem crescendo a passos largos, mas o que os números do Facebook representam hoje?

A BuzzPoint, uma agência de Marketing voltado para Mídias Sociais juntou os pontos e fez uma comparação da quantidade de usuários do Facebook com o número de habitantes dos 10 maiores países do mundo… e adivinhe só? O Facebook é maior que o Brasil…

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Se você não está ligado em Redes Sociais ainda, agora você consegue entender porque ela é tão valorizada?

Se houvesse uma guerra hoje, quanto iria custar o apoio do Facebook? Aliados do Facebook teriam marketing gratuíto e aplicativos exclusivos? Acredite, isso poderia fazer a diferença ;)

É sempre bom lembrar que, apesar de alguns já considerarem a Internet um meio de comunicação de massa, em mídias sociais como Facebook é possível fazer uma segmentação bem apurada dos usuários.

Se você tem Facebook, não deixe de entrar na página do Admit. Caso ainda não faça parte ainda do quarto maior “país” do mundo, clique aqui.

[Fonte: TechCrunch]

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