TI – 3 razões porque ninguém te ouve

jun 03

O departamento de TI em muitas empresas é ultimo a ser ouvido e o que mais recebe pedidos ordens dos outros setores.

Muitos profissionais TI , sejam eles CIO, Analistas, Administradores ou Técnicos  tem seu peso na opinião geral reduzida e isso leva aquela sensação de ninguém realmente está ouvindo o que está sendo dito pela área de TI.

Podemos compiliar este problema em 3 fatores básicos:

  1. Falta de conhecimentos Adminsitrativos

    A área de TI muitas vezes olha só a necessidade interna da empresa sem alinhar-se as premissas do mercado externo no tocante a um determinado assunto, uma visão excessivamente interna leva a desconsiderar fatores importantes para a área de Negócios.
    Há uma grande carência em compreender as necessidades financeiras da empresa e estabelecer um trade-off entre produtividade na área de TI e a condição financeira atual da empresa.
    Se você quer ser levado a sério, é necessário conversar com fluência sobre tópicos relacionados a negócio e administração e apresentar suas propostas de maneira clara, objetiva com indéias interessantes, lucrativas e, de preferência, sustentáveis.

  2. Usar a linguagem errada

    Este talvez seja o fator que mais irrite seus colegas, linguagem com excesso de conteúdo técnico é chato e desagradável num ambiente onde não é necessário saber as minúcias de cada Tecnologia.
    Integridade Transacional, Consolidação da Virtualização, SOAP, Ruby on Rails, pouco interessa para quem está diretamente ligado as áreas Adminsitrativas (que vao lhe dar o dinheiro por sinal).
    Procure traduzir ao máximo a linguagem técnica em linguagem de negócio. Muitos profissionais de TI são excelentes em traduzir as necessidades técnicas em um linguajar mais apropriado e nem sabem disso porque nunca tentaram.
    Se você quer ser um lider e ter sua opinião repeitada, sua linguagem precisa ser compreendida por qualquer pessoa que esteja ouvindo suas necessidades. Liderar é influenciar e influenciar sem transmitir sua mensagem é impossível.
    Da próxima vez, ao invés de falar Integridade Transacional, explique como a empresa pode ser afetada por erros no processo de entrega / recebimento de mercadorias e como isso pode acarretar impressões negativas para o negócio.
    Se você quer realmente ser um líder na área de TI e causar uma boa impressão, evite este cenário ao máximo.

  3. Falta de assertividade

    Mantenha sempre uma comunicação assertiva, considerando os fatores já colocados acima… Não adianta ser assertivo, manter o foco, ser direto se você falando a respeito de como o framework X é melhor que o Y, realmente não interessa para ninguém a não ser para quem conhece a área ou seja muito curioso.
    Saiba traduzir as necessidades das áreas administrativas em oportunidades de diferenciação para empresa através de novas tecnologias.
    Seja pró-ativo e direcione o que foi dito pelas outras áreas como necessidade, faça-os compreender de forma clara com uma tecnologia X pode se traduzir em vantagem competitiva para a empresa.

Fique atento a estes fatores e com certeza sua credibilidade, sua produtividade e seu orçamento vão subir . Nunca é tarde para mudanças certo?
Procure gerar um momento positivo, revitalize a sua área com mundanças comportamentais e  você sentira que há um maior valor agregado ao seu departamento.
Você vai chegar num ponto onde não precisará aceitar prontamente os pedidos ordens solicitados ao seu departamento e agora, sua opinião será realmente levada a sério.

É isso aí, boa reunião e comente pois afinal de contas, sua opinião é muito importante.

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Qual a saída para os jornais?

jun 02

Para muitas pessoas os jornais e muito da midia impressa em geral esta fadada ao fracasso.
Para Sergey Brin, um dos bilionários fundadores do Google os jornais podem ter uma saída.
Quando abordado por um jornalista autraliano e questionado a respeito de como serviços como o Google News pode estar matando a midia impressa, a resposta de Sergey não foi focada num confronto entre midias digitais e impressa e sim em como o Google se reinventou.

O inclusão de anuncios e sua inovação no mercado de buscas foi o que impulsionou a receita do Google efetivamente, uma constante de novos recursos e inovação em serviços e a forma como eles se interligam tornam o Google um dos maiores modelos de inovação.

Os jornais deveriam fazer o mesmo, e, de acordo com Sergey Brin, isto não vai acontecer do dia para a noite mas há uma necessidade clara da reinvensão da midia impressa e da sua real necessidade.

São tempos difíceis e criar uma forma de renda sustentável é um grande desafio.
A monteziação dos jornais é uma grande incognita para os próximos anos e quem conseguir resolver esta complicada equação com certeza será o dono de vários bilhões de dólares.

E você, tem uma idéia a respeito? Compartilhe nos comentários abaixo ou, se ela for muito boa, venda e fique bilionário ;)

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3 Fontes de inspiração para seus logos

jun 01

Para quem trabalha com design, inspiração é algo fundamental.
Uma das formas de se inspirar é através da análise de outros trabalhos, não copiar, a visualização de outros trabalhos nos permite desencadear uma série de idéias com o nosso próprio toque de arte, permitindo inserir uma interpretação própria

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A Virtualização e o seu negócio

mai 29

Muito tem se falado a respeito da Virtualização nos últimos anos e o seu impacto nos negócios, estrutura e principalmente na redução de custos.

Vou fazer uma análise que é baseada num artigo da Gartner com autoria do Philip Dawson a respeito do assunto.

A virtualização pode ser caracterizada da seguinte forma:

Virtualização 1.0
Consolidação, redução de custos.

Virtualização 2.0
Agilidade, velocidade.

Virtualização 3.0
Aquisição alternativa e cloud computing.

Qual seria a importância da Virtualização na área Administrativa (de negócios) e na área de TI da empresa? Vamos analisar 4 visões a respeito.

“Tudo o que importa são os resultados. Eu não me importo de como é feito.”

Para esta abordagem temos o modelo de Aquisição de Serviço. Você adquire o direito de usar a estrutura e não se preocupa com updates, atualizações de sistema, falhas de segurança etc.
Esta é uma tendência forte e cada vez mais utilizada, a empresa adquire a infra-estrutura como um serviço, a frente serão dados maiores detalhes.

“Eu não quero ter ativos fixos, mas quero pagar por utilidade que seja adaptável ao meu negócio”

Neste modelo de virtualização, um modelo de Negócios, você paga pela quantidade de utilização do sistema. Alguns exemplos como carga de trabalho, horas utilizadas, processamento consumido, banda que foi utilizada, espaço em disco, etc. Ou seja, você paga pelo que usa. Este modelo pode se encaixar num esquema da HaaS (Hardware as a Service).

“Eu quero acessibilidade de qualquer lugar em qualquer dispositivo, seja um celular um um notebook”

Este modelo se encaixa naqueles nas situações onde a Acessibilidade exerce um fator crítico no desempenho do negócio. Ter acesso a informação e a estrutura em qualquer lugar de qualquer dispositivo antes era um luxo, hoje em dia, muitas vezes é fator decisivo na performance da empresa.

“Eu preciso economizar e ao mesmo tempo dispor de um compartilhamento eficiente e dinâmico dos recursos”

Este modelo é o Técnico, onde é valorizado a elasticidade do ambiente e o compartilhamento transparente de recursos. O negócio sente o efeito da economia dos ativos e ao mesmo tempo percebesse um dinamismo no gerenciamento das informações.
É possível perceber que a Virtualização se encaixa em diversos cenários e suas aplicações podem variar de negócio para negócio porém é obrigatório um bom plano de consolidação.
Entrar na onda da Virtualização de cabeça sem um planejamento adequado pode resultar em uma série de prejuízos para a empresa. Desde os recursos de hardware mal aplicados até mesmo os detalhes das licenças de software não planejadas e que podem acabar com custo mais alto.

Ser proativo sempre e nunca reativo. Reagir no mercado de Tecnologia quase sempre significa prejuízo não aparente e de longa duração para a empresa. Portanto, se você é gestor de uma empresa ou de recursos relacionados a TI, pense bem, ponha no papel e talvez o mais importante: tenha um plano de consolidação!
Um plano de consolidação vai permitir um ambiente integrado com relação aos sistemas que vão ser adotados, backup, políticas e facilitará na organização. Não adianta nada resolver virtualizar se a sua empresa utiliza um software que não é compatível com a solução que você resolveu adotar. Um plano de consolidação cobre todos estes aspectos.

Adotar um ambiente de Virtualização na empresa porque está na moda não tem valor nenhum se a sua empresa tiver prejuízo com isso ou se os custos ficarem na mesma. Procure ter sempre o foco na redução de custos e sempre alinhar com as necessidades do administrador da empresa.

Talvez um dos maiores motivos do crescente desperdício na área de TI das empresas seja a falta de alinhamento do Gestor de TI com o Administrador responsável. Entenda que, no final das contas, os indicadores de performance estão interligados.

Veja alguns benefícios para as áreas de TI e Negócios.

Benefícios para área de TI:

. Gerenciamento centralizado: É muito interessante poder gerenciar os recursos de várias estações a partir de um único local, liberar/regular memória, espaço em disco, componentes de sistema etc… a partir de um único local te economiza muito tempo e dor de cabeça.

.Backup simplificado: vai fazer backup de uma máquina virtual? Considerando que cada máquina virtual representa um arquivo no sistema em que está hospedado, basta selecionar, copiar para outro local e pronto, seu backup está feito. Criar políticas de backup assim é bem interessante

.Mudanças dinâmicas: o gerenciamento dinâmico de recursos é uma mão na roda. Suponhamos que alguém do departamento de criação precise de mais memória RAM para uma nova versão do Photoshop que saiu. Simples, você entra no sistema e libera, simples assim. Fácil né? Não precisa sujar suas mãos para abrir a estação e muito menos caminhar até o local,
perdendo tempo no meio do caminho atendendo a chamados secundários. ;)

.Redistribuição: Todos nós sabemos como é penoso uma migração de hardware para um sistema crítico. A facilidade e agilidade que conquistamos ao utilizar ambientes virtuais e algo extraordinário, um trabalho de 10 dias pode ser feito facilmente em 1 único dia.

.Redução da Complexidade da Estrutura: Com a consolidação do hardware e software utilizados, a diminuição da complexidade é mais uma consequência que é muito bem vinda. Já pegou um datacenter bagunçado?

Benefícios para área de Negócios:

Um belo dia, o responsável pelo seu setor de Tecnologia da Informação chega todo contente falando mundos e fundos e a respeito da tal Virtualização e de como tudo vai ficar mais rápido, mais fácil e mais bonito. O único problema é o investimento inicial, softwares novos, licenças de programas que você nunca nem ouviu falar. Logo já vem aquela desconfiança, e com razão, seu técnico falou uma série de termos técnicos que nem você e nem ninguém normal entende bem certo? Então, veja bem alguns pontos positivos para a Virtualização e qual o impacto disso em sua empresa (se for implementado da forma correta). Não se esqueça, junto com a idéia, peça um planejamento, um plano de consolidação é obrigatório nestes casos.

. Redução de Custos: esta é a menina dos olhos na hora de conseguir qualquer liberação de verba para a área. Neste caso, é verdade. Só a economia gerada de horas de trabalhos, muitas vezes, compensa por si só o investimento em Virtualização, é um índice muito complexo para se medir com precisão mas que tem que ser considerado. Além disso, é possível economizar com redução de espaço físico e redução de novas estações. Por exemplo. você tem 5 novos funcionários na empresa, ao invés de comprar uma estação para cada um, um software isolado para cada um, todos irão usar o mesmo servidor, mas para eles a impressão é de que cada um vai utilizar uma estação distinta, ou seja, não muda nada. Agora, no seu bolso, haverá uma redução considerável com custos de manutenção, compra de hardware e alguns casos de licença também.

Agilidade para recuperação: Lembra quando houve uma falha nos serviços de TI por conta de vírus e a restauração de backups levou uma década? Então, este problema seria drasticamente reduzido no caso da Virtualização. É possível redistribuir recursos com uma grande facilidade além do processo de recuperação de dados ser extremamente simples.
Redução de Tempo de Execução: Com menos tempo para gastar com manutenções, instalações e restauração de backup, seu departamento de TI pode se concentrar em outras áreas que visam um comportamento mais proativo ao invés de reativo, prevenindo que problemas venham a acontecer no futuro. Com isso, o índice de retrabalho diminui de forma expressiva.

Acessibilidade: É possível acessar aos recursos da empresa de qualquer lugar e de uma forma bem mais simplificada.

Bom, é isso por enquanto, a idéia é dar uma visão bem geral do Processo de Virtualização.

Em seguida colocarei um artigo descrevendo as novas preocupações que devem ser levadas em consideração num ambiente virtualizado, afinal de contas, nem tudo são flores, especialmente na área de TI.

Deixem seus comentários e eventuais dúvidas e críticas a respeito.

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Midias Sociais. O que você TEM a ver com isso?

mai 27

Se você não sabe o que são Midias Sociais, leia este pequena descrição retirada da Riot.

As Midias Sociais estão trazendo uma revolução em diversos setores, seja no entreteminmento, no modelo de negócios adminsitrativos, nas gestão estratégica, no marketing e até mesmo no processo da crianção de vínculos pessoais.

As Midias Sociais são um shortcut para compreender e participar do que o cliente, usuário, fornecedor ou simplesmente seu amigo tem a oferecer, qual sua opinião… e ao mesmo tempo, você começa a ter o poder de compartilhar as informações que você possui e, tenha certeza, em algum ponto isto é muito interessante pra alguém.

Você, empreendedor, deve ficar atento ao efeitos das Midias Sociais no seu negócio e como ela pode impulsionar ou acabar com ele em pouco tempo.

No final do ano passado (2008) acompanhei de perto o buzz que fizeram contra a loja online da Saraiva.

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O que é Capital de Risco?

mai 08

Os grandes investidores de capital de risco são investidores  profissionais, geralmente com alcance internacional, importantes para a expansão empreendedorismo e seu  suporte financeiro pode ser fundamental no momento de expansão do negócio  Em geral, eles:

. formam uma parceria operacional estreita com os fundadores, e podem trazer gerentes profissionais que ocuparão os cargos de diretor-executivo e diretor-financeiro.

. têm certas expectativas habituais em termos de propriedade e controle da empresa, retorno esperado sobre o investimento (ROI) e necessidade de uma estratégia de saída claramente definida para seu capital; e
. esperam proteções e preferências contratuais significativas.

A questão inicial para qualquer investidor em capital de risco é a avaliação da empresa. O primeiro desafio dos fundadores é entrar em acordo com os investidores no que tange ao valor da empresa já que ele determina o valor de seu investimento e a extensão de sua participação acionária.  Normalmente, os investidores em capital de risco exigem representação na diretoria e direitos de ações de veto relacionadas ao gerenciamento, financiamento e questões operacionais. Dependendo da avaliação quanto à competência administrativa dos fundadores, os investidores de capital de risco podem condicionar seu investimento à contratação de novos diretores-gerentes e podem requerer participação direta no gerenciamento das atividades diárias da Empresa.

fonte: http://www.e-commerce.org.br

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O que são midias sociais?

mar 20

As Mídias Sociais são espaços de interação entre usuários. São considerados exemplos de mídias sociais: blogs, redes sociais (Orkut), fóruns, e-groups, instant messengers, wikis, sites de Compartilhamento de conteúdo multimidia (YouTube, Flickr).

Nestes canais, as pessoas podem dialogar e compartilhar informação. O conteúdo de uma Mídia Social tende sempre ao infinito, uma vez que qualquer membro pode contribuir a qualquer momento. Este diálogo entre usuários constitui blocos colaborativos de opinião.

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